E se aquele que foi desprezado fosse justamente o escolhido para salvar muitos? Isaías 52 e 53 revelam, com impressionante precisão, que o sofrimento do Servo de Jeová não seria o fim, mas o começo de algo maior: o cumprimento de um propósito amoroso que traria esperança, cura e libertação ao povo de Deus.